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Saiba mais sobre a Meningite Meningocócica

Quanto mais informação, maior a chance de cura. Veja como diferenciá-la dos outros tipos e como se prevenir.
Maíra Fischer
Por Maíra Fischer em 24.04.2021

A Meningite Meningocócica, uma infecção pela bactéria Neisseria meningitidis e que pode atingir pessoas de qualquer faixa etária. É uma das formas mais graves da meningite, pois pode levar à morte em menos de 24 horas. 

A transmissão da doença é feita por gotículas, ou secreções do nariz e gargantas de pessoas contaminadas pela bactéria, ou seja, é necessário contato direto e permanência no mesmo ambiente. Em alguns casos, os pacientes podem portar e transmitir a bactéria sem apresentarem sintomas.

A principal diferença entre a meningocócica e os outros tipos de meningite, menos letais, são sintomas como dores intensas nos músculos, articulações, peito ou barriga; manchas vermelhas na pele, parecidas com picadas; respiração rápida (dispneia) e calafrios. Os sintomas podem se agravar rapidamente.

Um dos grandes perigos no diagnóstico da meningite meningocócica é que seus sintomas e sinais iniciais podem ser confundidos com uma gripe forte ou dengue. O diagnóstico errado, atrasa os cuidados iniciais com o paciente e proporciona o agravamento da doença para um quadro mais grave, com tratamento mais complexo e desafiador para a equipe médica. 

A pessoa infectada pode apresentar os seguintes sintomas e sinais:

 

  • Febre;
  • Rigidez na nuca;
  • Dor de cabeça;
  • Mal estar;
  • Náusea e vômito;
  • Confusão mental;
  • Sensibilidade à luz;
  • Dores intensas ou dores nos músculos, articulações, peito ou barriga;
  • Manchas vermelhas na pele, parecidas com picadas;
  • Respiração rápida;
  • Calafrios.

A doença atinge o estágio grave, muitas vezes letal, entre 24 e 48 horas. Portanto, vá ao hospital assim que notar qualquer sintoma ou sinal. A suspeita inicial é levantada pelo histórico e estado clínico do paciente. A partir disso, o médico vai solicitar a coleta de amostras de sangue e do líquor – material presente na medula espinhal, para confirmar se há a doença e qual o tipo específico. Essa identificação é importante para o médico determinar a melhor estratégia para tratar a infecção.

Quanto mais cedo o tratamento hospitalar for realizado, maiores as chances de cura. 

Infelizmente, cerca de 11% a 19% dos sobreviventes ficam com sequelas, que podem incluir perda de audição, amputação de membros, alterações neurológicas e cicatrizes na pele. 

Apesar da sua gravidade, existe uma forma de proteção contra esse tipo de meningite, que é a vacina. 

A eficácia da vacina para a doença é maior que 90% e é a forma mais segura de proteção contra a meningite. Nas redes privadas, estão disponíveis os imunizantes para os tipos A, B, C, W e Y da meningite meningocócica. Na rede pública, a vacina disponível é a “meningococo C conjugada”, o tipo mais comum da doença. Nesse caso, o imunizante é aplicado nas crianças em duas doses, aos 3 e 5 meses, e um reforço, aos 12 meses. 

Fique atento aos sintomas e procure ajuda médica sempre que julgar necessário.