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Superando ao câncer de mama: conheça a história de Carol Gouveia

A trajetória da analista de sistemas pernambucana inspira força e lembra o papel do apoio da família na luta contra o câncer de mama
Thalita Malheiros
Por Thalita Malheiros em 10.10.2019

Parte da conscientização do Outubro Rosa passa pelas histórias de mulheres que venceram a doença. Por isso, convidamos a analista de sistemas pernambucana Carol Gouveia para contar a sua história de superação do câncer de mama. 

Carol foi diagnosticada aos 39 anos — pouco tempo antes de entrar na faixa etária de rastreamento do câncer. Ela sempre foi muito preocupada com a saúde; apesar da rotina agitada, sempre realizava exames de rotina, na medida do possível. Foi num desses exames, realizado no Centro Diagnóstico Lucilo Ávila, que recebeu o diagnóstico do câncer. 

Receber a notícia num estágio inicial da doença foi fundamental para a eficiência do tratamento. “Me considero feliz, privilegiada e sobrevivente. Tive um diagnóstico rápido e preciso, além de ter sido tratada por um time de médicos competentes e atenciosos”, contou Carol.

 

Tratamento

Passada a fase do diagnóstico, Carol precisou passar por todos os momentos difíceis envolvidos em um tratamento do câncer com cirurgias e sessões de quimioterapia. Ela nos conta como encontrou forças para enfrentar a situação, e o seu relato expõe a importância do sentimento de comunidade na busca pela cura. “Tive, primeiramente, uma rede de apoio familiar incrível em todos os sentidos: meu marido, que foi meu cabeleireiro, enfermeiro, motorista, mil em um. Outro lado da minha força foi ter suporte emocional qualificado através da terapia tradicional aliada ao yoga onde tive apoio do meu grupo. Não posso deixar de citar Deus e o apoio da comunidade católica e da igreja que frequento”, ressalta.

 

Carol Gouveia - Tive um diagnóstico rápido e preciso, além de ter sido tratada por um time de médicos competentes e atenciosos

“Tive um diagnóstico rápido e preciso, além de ter sido tratada por um time de médicos competentes e atenciosos”

 

“Por que eu?”

Como a maioria das mulheres, Carol passou pela fase difícil de querer entender o “porquê de ter a doença”. Os questionamentos surgiram no período mais complicado do tratamento para ela: a quimioterapia. Como se sabe, nessa etapa as pacientes perdem o cabelo, sobrancelhas e cílios. “A quimioterapia foi o pior pra mim. Perder os cabelos, apesar de muita gente achar besteira, foi extremamente difícil, me abalou muito e tive um nível alto de estresse emocional”, disse.

No entanto, contando com todo o apoio citado acima, ela conseguiu enxergar a doença com outros olhos. “Demorou, mas a ficha acabou caindo para mim. Percebi que devia ser grata e foi importante passar por isso, além de aprender com as lições que tive. Aprendi a dar mais valor à minha família e a separar mais tempo para mim”.

 

Buscando força dentro de si

Cada mulher enfrenta o câncer de mama à sua maneira e, para isso, não existe regra. Encontrar a sua força interior sozinha ou com apoio da família é sua escolha. Algumas preferem continuar trabalhando, outras não. Há quem use lenço, há quem decide deixar a careca à mostra. Para muitas, lidar com a perda do cabelo é traumático. 

Mas todas têm algo em comum: elas podem se redescobrir e encontrar a coragem para vencer a luta contra o câncer. Afinal, não há recompensa mais valiosa do que a cura.

Compartilhar a história de Carol é importante para mostrarmos que realizar os seus exames de rotina, incluindo a mamografia, é imprescindível. Cuidar da sua saúde no dia a dia é fundamental para obter diagnósticos precoces. Conte com o Centro Diagnóstico Lucilo Ávila para tirar qualquer dúvida sobre o câncer de mama.